Neste domingo de segundo turno, os eleitores brasileiros avaliam propostas opostas sobre o futuro das privatizações e da máquina pública nos programas de governo de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.

O debate envolve temas como venda de ativos, extinção de estatais e reforma administrativa. Cada candidato apresenta diretrizes distintas para a gestão e o alcance do Estado.

O programa de Lula foca na eficiência, controle de gastos e transparência. A meta é gerar valor público e reduzir desigualdades por meio de serviços digitais.

Publicidade
Publicidade

Leia Também:

A plataforma Gov.br é destaque na proposta para ampliar o acesso a serviços federais. O plano também reforça o combate à corrupção e o respeito às instituições.

Em relação às desestatizações, o texto se opõe à venda de empresas como Petrobras, Embrapa e Correios. O objetivo é usar estatais para induzir o desenvolvimento econômico.

O plano prevê parcerias privadas e foco na transição energética, mantendo o histórico das gestões petistas de valorizar o papel empresarial do Estado.

Por outro lado, o plano de Flávio Bolsonaro aposta na digitalização para criar um Estado mais ágil. O documento propõe cortes profundos e redução de ministérios.

A proposta inclui a retomada do Programa Nacional de Desestatização. A meta é atrair investimentos privados com a venda de ativos não estratégicos e reduzir dívidas.

Histórico de gestões

Durante o governo Jair Bolsonaro, dezenas de empresas foram privatizadas. A venda da Eletrobras em 2022 foi a operação mais emblemática do período.

Em contrapartida, Lula historicamente se opõe a vendas definitivas. Ele prefere adotar concessões e parcerias público-privadas para rodovias, portos e aeroportos.

FONTE/CRÉDITOS: Redação O Vale Quer Saber