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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, na última sexta-feira (10), o resultado final da primeira etapa do Revalida 2026/1, permitindo que os médicos formados no exterior consultem a aprovação de sua documentação comprobatória de conclusão de curso. Esta etapa é crucial para a validação de diplomas de medicina estrangeiros no Brasil.
A publicação pelo Inep ocorreu após a análise dos recursos apresentados por candidatos que contestaram o resultado preliminar, seguindo as diretrizes estabelecidas em edital para o processo seletivo.
Para acessar os resultados individuais, os participantes devem realizar o login com sua conta Gov.br diretamente na Página do Participante do Sistema Revalida.
Adicionalmente, o Inep disponibilizou o gabarito definitivo referente à prova objetiva, um complemento importante para os candidatos.
Critério de aprovação
Para ser aprovado na fase inicial do Revalida 2026/1, o candidato precisa atingir uma pontuação mínima de 59 pontos na prova objetiva, de um total de 100. É igualmente mandatório que a documentação comprobatória de conclusão do curso de Medicina seja validada, em conformidade com as normas editalícias.
O propósito central do Revalida é assegurar que os médicos formados no exterior demonstram os conhecimentos, habilidades e competências essenciais para exercer a profissão no Brasil, alinhados aos princípios e às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).
Estruturado em duas etapas de avaliação, teórica e prática, o exame é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Educação e da Saúde. Seu objetivo é validar diplomas de medicina, tanto para brasileiros quanto para estrangeiros formados em instituições de ensino superior no exterior que almejam atuar no território nacional.
A revalidação desses diplomas médicos é conduzida exclusivamente por instituições públicas de educação superior que aderiram formalmente ao programa do Revalida.
As referências para a prática médica no Brasil englobam atendimentos em contextos de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, de emergência e comunitária. Tais exigências são fundamentadas na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, bem como nas normas e na legislação profissional vigente.
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