A inteligência artificial tem sido adotada por docentes em diversas regiões do país para transformar a dinâmica escolar, estimular o engajamento e aproximar os conteúdos pedagógicos da realidade dos alunos. Iniciativas recentes demonstram como recursos tecnológicos auxiliam na criação de experiências visuais e no desenvolvimento do pensamento crítico.

Em Campinas, São Paulo, a professora Giovanna Macedo utilizou uma ferramenta generativa para ilustrar como seus alunos de 9 e 10 anos seriam representados no futuro. A atividade gerou grande repercussão nas redes sociais e permitiu que as crianças imaginassem profissões que desejam seguir, fortalecendo a autoestima e a motivação para os estudos.

Cultura digital nas escolas

Especialistas apontam que a transição do modelo tradicional para a cultura digital exige responsabilidade e preparo das instituições. A diretora Kassula Correa destaca que o domínio tecnológico dos jovens não substitui a necessidade de orientação pedagógica adequada.

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Para a educadora, a escola deve continuar sendo um espaço central de desenvolvimento socioemocional e de relações humanas, onde os estudantes aprendem a lidar com desafios e a discernir informações com segurança.

Formação e desafios para os docentes

A capacitação continuada é apontada por especialistas como um pilar essencial para que os professores integrem as novas tecnologias com intencionalidade pedagógica. O professor Marcio Luiz Dias enfatiza que o objetivo principal é superar o uso mecânico das ferramentas.

Além disso, a automação de tarefas burocráticas por meio de recursos digitais libera tempo valioso para que os educadores planejem aulas mais personalizadas e acompanhem de perto a evolução de cada estudante em sala de aula.

FONTE/CRÉDITOS: Redação O Vale Quer Saber